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Pouco depois de um ano que Getúlio Vargas assumia o Poder ainda como Chefe do Governo Provisório, em novembro de 1930, Castanhal ganhava a sua autonomia municipal, atra­vés do Dec. lei nº. 600, de 28-01-1932, assinado pelo Major Interventor JOAQUIM DE MAGALHAES CARDOSO B ARATA e pelo 1º Ten. ISMAELlNO DE CASTRO. Esse mesmo Decreto revogava o de nº. 565, de 30-12-1931, pelo qual havia sido cria­do o Município de Santa Izabel e criava o de Castanhal. Pois na época a Vila de Castanhal já reunia maiores condições quanto ao desenvolvimento econômico. Esse ato de MAGALHÃES BARATA fez com que o povo castanhalense saísse às ruas ainda peque­nas e agrestes, para festejar com muita alegria e justiça algo que era sem dúvida o fruto de um trabalho plantado com amor e sacrifício a nova terra descoberta no caso, pelos imigrantes nordestinos a quem dedicamos o maior respeito.

Concretizado, portanto, o grau de desejo dos castanhalen­ses, ao se tornar independente do jugo da Capital do Estado, mesmo sob as conseqüências de um momento revolucionário pelo qual o nosso País atravessava. Também graças ao gran­de revolucionário MAGALHAES BARATA, que chegou a gover­nar o Pará pela terceira vez. Nascido a 02-06-1888 em Belém, sua trajetória política foi bastante agitada e decisiva. Apesar de autoritário, havia algo maravilhoso dentro de si: o gesto hu­mano com que tratava os mais humildes. Com isso, conse­guiu eternizar seu nome junto à política de sua terra. Não com­pletou o período governamental, pois faleceu a 29-05-1959, en­lutando o povo paraense que perdia um dos maiores vultos de sua história.

Barata, ao assumir como interventor do Estado soube ser digno da árdua missão que lhe confiara o grande estadista Ge­túlio Vargas, pois a missão consistia em desenvolver as re­giões carentes do Estado do Pará. Entre elas a região Bragantina, que incluía a Vila de Castanhal. E assim se fez.

 

 

 

 
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